“Me olhei no papel e derramei uma lágrima reprimida.

É tão triste se perceber magoada, tão magoada que não se pode permitir mais do mesmo.”

Já lhe dei meu corpo
Minha alegria
Já estanquei meu sangue
Quando fervia
Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Olha a gota que falta
Pro desfecho da festa
Por favor…

Deixe em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção, faça não
Pode ser a gota d’água…”

(Gota D’agua – Chico Buarque)

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