– Permitindo

Eu me gestei de tudo o que sempre quis.

Me reservei o direito de fazer coisas sem lógica aparente, de arriscar, de largar tudo e ficar sem fazer absolutamente nada.

Vivi o ócio depois de anos de trabalho.

Me reservei o direito de amar muito e fazer coisas que ninguém entendia.

Me reservei o direito de ficar em silêncio quando não senti mais que atração e bons momentos. Aprendi, que não é um crime não amar. Algumas pessoas simplesmente não despertam esse sentimento e eu não sou obrigada a despertar isso em mim.

Me gestei. Agora, aos poucos vejo nascer um por um os filhos dos meus atos.

Estou alimentando-os.

E como é difícil lidar com individualidades que você não controla!

Mas, essas individualidades me cativaram, estou completamente entregue, estou vivendo-as cada uma no seu tempo.

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