– Zero.

Fugindo do óbvio.

Gosto de sabores, novas texturas, novas palavras e dores.

Dor e prazer, duas coisas opostas no mesmo ponto.

Mais um dos meus paradoxos.

Sou feita deles. É assim que me gosto.

Estou fugindo do óbvio. Fugindo da minha própria imagem.

Não falo de essência, falo de conceitos, que as vezes adoto e nem sei de onde vieram.

A cada dia me livro de um.

Quero chegar ao ponto de ser apenas o mais íntimo de mim.

Núcleo, essência, tudo de mais intenso.

Seja louco, seja tosco, paradoxal ou simples.

Quero não me prender a absolutamente nada.

E assim, como a carta zero do tarot, vagar por uma praia deserta.

Alguns chamarão de loucura.

Eu saberei que é o início de uma nova alma.

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