– Equilibrium.

À flor da pele.

Tudo me transborda.

Sinto tudo, sinto cada segundo que passa por mim, e cada mim que passou pelo tempo.

O que dói nunca é o fim. São os meios.

E tanta informação, sentida assim, tão profundamente anda me cansando.

Ando me fechando na minha bolha algumas horas por dia. E então fica tudo bem.

Assim é tudo ao máximo. Tudo à flor da pele.

Eu. Agora. Respirar. Sorrir. Tocar. Sentir. Ser. Voar. Estar. Unir.

Transcender.

E assim, acima do passado e longe do futuro me encontro. Me equilibrando nessa fina linha onde vivo. E até o medo de se desequilibrar é gostoso, quando se está consciente de cada milímetro do seu próprio ser.

As cordas bambas da vida me prendem, me fascinam.

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