– À Dois.

Eu quero a sorte de um amor tranquilo com sabor de fruta mordida.

Fruta que me nutra.

Que sacie minha mente.

Minha alma e meu corpo.

Desejos.

Matando a sede na saliva. E eu também, ser teu pão, ser tua comida, todo amor que houver nessa vida.

E essa vida, começa e termina todo dia.

Tudo funciona muito bem da boca pra fora.

Da boca pra fora todo mundo é livre, todo mundo é são, todo mundo é mente aberta.

Mas, o buraco é mais em baixo. As pessoas se relacionam de forma racional. Tudo tem regras, deveres, limites.

Assim vão se perdendo…

Perdem o melhor de estar à dois.

E o estar a dois, não significar SER à dois.

Muito menos PERTENCER à dois.

Estar à dois é algo muito maior, pois nesse caso o “ESTAR” já basta.

Não é uma questão de pensar, é uma questão de sentir. Com o tempo a gente aprende que atitudes não se interpretam, elas são o que são.

 

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