– Desassossego.

“‎Até quando você vai procurar uma resposta? Quando virá a tão sonhada paz de espírito? Em um próximo livro, em uma nova religião, em algum ponto do fututo? Um ótimo conselho é: não procure mais, permita-se sentir tudo aquilo que veio, sempre buscando aqui, agora. Esqueça as ilusões do ego. Se ainda assim, não conseguir se sentir em paz, perdoe-se por isso. Não lute contra. Aceite você profundamente, inteiramente, exatamente como você é. Se você não fez melhor é porque não pôde. Ainda assim, já passou, e o passado se tornou apenas um subproduto da mente. Volte para cá, respire, observe tudo a sua volta e aceite tudo exatamente como é, agora. Entregue-se por completo e poderá sentir sua brisa que surge com a paz de espírito” Ian Mecler

Vivo num desassossego repetido. Sossegado.

Que começa no começo do silêncio e termina no princípio do movimento.

E é tão simples me tirar desse momento, é só alimentar minhas urgências.

Preciso ser, ter, sentir.

Preciso tudo e mais um pouco.

Preciso sentir o gosto, o cheiro, a pele.

Preciso alí e apenas naquele momento. Que talvez vire mais um, e outro, e mais outro.

E vai virando. E foi ficando. Até agora.

Feliz.

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